As vezes é bom só se jogar, e ver o tempo passar...
sentar em um banquinho de cimento, sentir o sol na costa, e ficar em silêncio...
Pensar no porque das coisas... ou não pensar em nada!
sentir saudade de algo, de alguém, de um cheiro, de uma música, daquela praia, daquele beijo, daquela risada alta no cinema enquanto todos estão em silêncio, do jeito único de comer, de dormir abraçado, ligar e saber como foi o fim do dia, do jeito em que passa a mão no cabelo, saudade de ficar calado, mas saber que estava alí...logo alí! Bem no seu alcance caso a vontade de sentir os lábios unidos voltasse...como prescrição médica, porém de 8 em 8 minutos e não horas...
Assim estava esse casal, em uma tarde de domingo, no meio das pedras da avenida paulista, a pegar sol, pensar, conversar, namorar... viver um dia sem pressa... pelo menos um dos sete da semana enlouquecedora... pelo menos um... um de sol... um sol... um...
FOTO E TEXTO: Cris Collyer

9 comentários:
tb estou com saudades dA Sol.
Te amo.
oi cris como vc tá? Faz tempo que não passo aki, meu pc quebrou total e tive que comprar outro. amei o texto, me fez refletir em certas coisas. bjão e até mais
O tempo é algo incompreensível...é realidade materializada, é momento dialógico horizontal...é expressão simples das coisas que ainda estar por fazer em paralelo com as feitas...é o momento de recolher a fantasia do mar por medo de molhá-la...o tempo,
Senhor dos Destinos.
Bom texto, parabéns!
oi cris, passando novamente pra reler o texto a qual é sempre bom os reler e te desejar uma ótima semana multicolorida cheios de reflexos luminosos.
oi cris!! kd tu??? hummm quero post novo, fotinhas novas, tudo novinho..... tenha uma ótima semana, bjos
:*
ô fela, cadê cartão postal...
não fui eu quem quebrou a corrente agora.
Crissssssssss tu abandonou o blog foi... kd tu????
falei de vc e da SimTia na minha nova entrada, qual é seu gmail? Janakaboom só para convidados agora.
Nhamo-te
Tu falaste de saudade...saudade do que passou, do que foi bom ou do que não temos. Saudade do que nunca teremos.
Saudade de momentos, saudade daquele domingo a tarde, do banquinho de cimento quente ao sol, daquele casal da foto.
Saudade do que nunca vi, do que nunca toquei, do que nunca senti.
Saudade de não sentir saudade. Mas é bom sentir saudade, desejo de saudade. Digo, saudade de sentir saudade. Vontade.
Saudade da infância, dos colos, dos afagos e beijinhos carinhosos, saudade de ser "querido". Saudade do cheiro de bolo assado no sábado a tarde. Do cheiro de casa limpa. Do perfume adocicado todos os dias no início da tarde. Saudade das despedidas chorosas e dos reencontros calorosos. Saudades daqueles dias que nunca se repetirão.
Saudades de "Minha querida lavanderia", dos meu 13 anos. Saudades do primeiro e do segundo beijo.
Saudades dos amigos que se afastaram, dos que nunca voltaram...saudade de um amor, da chama eterna que arde no peito...pelo menos enquanto dure.
E como naquele banquinho sentaria e sentiria saudade...de tudo isso, desejo de seguir em frente, voltando ao passado.
Postar um comentário